terça-feira, 4 de janeiro de 2011

capítulo 3


“querido,
                 me mandaram fazer um serviço especial, não recebi muitas informações, só o dever de seduzi-lo e esperar segundas ordens. É um homem jovem e bem atraente e ficou encantado por mim, o que facilitará o meu trabalho, mas me sinto um receio em beijar qualquer outro homem que não seja você. Eu te amo Jack. Você não sabe quanta falta eu sinto de você. Como eu queria voltar no tempo em que éramos só nós dois e sem esse maldito vicio.
                                                                                                                                    com amor, Vanessa”
Vanessa guardou o envelope junto com os outros e ficou encarando a caixa. Ela tinha uma vaga lembrança do que significava a felicidade, o tal sentimento que agora é inexistente em seu coração. Ela se lembrava de três anos a traz quando nada tinha acontecido, quando ela e Jack eram o casal mais feliz do mundo, quando o sorriso dela era o mais sincero do mundo. Ela lembrou também quando tudo acabou. Quando Jack se foi, quando sua vida começou a virar um inferno.
-porque você não me disse?  - dizia Jack, aos gritos – você é uma maluca
-você nunca vai entender Jack – respondeu Vanessa aos prantos – é como um vicio, eu simplesmente não consigo parar
-você precisa ser internada, isso não é humano – Jack abriu o guarda roupa e pegou todas as suas roupas e enfiou na mala, que estava sob a cama
-não vá Jack – Vanessa disse agarrando o seu braça – eu te amo, e eu sei que você me ama também
-não você não ama ninguém você é uma sem coração, uma louca, assassina, psicopata
- eu paro Jack, eu procuro ajuda, por favor, não vá, me ajude a me curar
-você mata seres inocentes para satisfazer suas vontades Vanessa, monstros como você não vão conseguir ser curados
 de repente as lembranças de Vanessa foram interrompidas pelo seu celular que estava tocando, limpou suas lagrimas e o atendeu
-alô
-vadia – gritou a voz do outro lado da linha – você vai queimar no inferno desgraçada.
-era só isso que tinha para dizer?
-você acabou com o meu casamento, o meu marido foi embora por sua causa
-não meu amor, você acabou com o seu casamento
-eu vou à sua casa te matar vadia
Vanessa deu uma gargalhada, ciúmes era uma coisa muito deprimente, mas inocência conseguia ser o pior de todos os males.
-tudo bem vou ficar esperando- disse Vanessa pro fim, desligando o celular.
                                                                                              -                                           
-seja bem vinda amada– disse Mayara– vai ser um prazer enorme trabalhar uma pessoa tão bela como você.
- igualmente – respondeu Vanessa com um sorriso
Mayara aparentava ser uma senhora que tinha a idade por volta dos 60 anos, os cabelos era tingidos de vermelho apesar de vestígios de cabelo branco já aparecerem em sua raiz, tinha um sorriso amarelado, um busto caído e parecia estar um pouco fora de forma por causa da idade, ela era uma mulher que aparentava ser bastante humilde e apesar de tudo tinha uma grande simpatia e com toda a certeza tinha uma bom coração.
 Vanessa quase vomitou, nunca tinha sido e nunca seria assim, uma vítima, ela estava mais para a acusada e apesar de tudo ela gostava bem mais disso.
-leve isso para a sala do senhor Zac minha graçinha – disse Mayara
Vanessa assentiu e seguiu para a sala. Quando chegou, bateu na porta duas vezes e entrou.
-a Mayara mandou para o senhor – Vanessa se aproximou deixando os papeis na mesa de Zac
-obrigado Vanessa, sente-se – Zac sorrio
-hoje você não via ter como escapar de mim – acendeu um cigarro – tem uma festa de negócios e quero que você venha comigo
-certo
-então, te pego as 21 – disse Zac dando o seu melhor sorriso.
- com licença- disse Vanessa levantando-se e saindo da sala
Zac bufou. Qualquer outra estaria de calçinha e sutiã se entregando aos braços dele, mas essa parecia completamente imune aos seus encantos. Por enquanto. Ele iria conquistá-la. Era uma questão de princípios.
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eu queria pedir de coração para que quem tenha blog divulgue o meu ta? 5 comentários para o próximo capítulo, beijos. Espero que gostem :)

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

capítulo 2


dedicado a laii oliveira :)
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Eram duas da manhã. Todos estavam extremamente chapados e ninguém mais responderia pelas suas atitudes, só queria sair dali e fazer sexo com o primeiro que aparecer. Era por isso que Zac adorava essas festas. Ele sempre saia ganhando em todos os sentidos. E quando Sophia não estava La os ratos faziam a festa. E essa era a parte preferida dele. Não que ele não amasse Sophia, porque ele amava, e muito, mas eles estavam casados só há dois anos e ele se sentia maravilhosamente bem quando ela ia viajar e ele tinha o tempo para descobrir as melhores coisas da vida, e descobriu que sexo, feito com pessoas diferentes, é bem mais prazeroso.
-oh meu deus, o que foi isso- disse a loira de um metro e 80 com uma voz exausta pelo que tinha acabado de fazer – você é uma maquina – disse arrumando seu cabelo e recuperando o fôlego.
- quando quiser de novo, me liga – disse ele com aquele maldito sorriso galanteador
a loira sorrio e levantou-se, recolheu suas roupas e foi ao banheiro, quando a porta se fechou Zac vestiu-se rapidamente e deixou algumas notas de cem dólares sobre a cama. Eles com toda a certeza não se veriam de novo, afinal, o que vem fácil vai fácil.

Vanessa pegou o batom vermelho que estava em sua cama e o passou cuidadosamente entre seus lábios, se olhou no espelho, e saiu. Nunca pesará direito o porquê que a mandavam matar as pessoas, ela só ia La e os matava, e pra ela era extremamente fácil, mas essa em especial lhe parecia bem mais complicado, foda-se, ela adorava desafios.
-sou Vanessa – disse com um sorriso, tentando parecer o mais profissional possível – vim fazer o teste para ser a nova secretaria
- sim entre, o senhor efron está esperando em sua sala.
Vanessa a obedeceu e abriu a porta
- oi, meu nome é Vanessa.
ele a encarou. Ficou sem expressão. Sem fala. Foi como se um anjo tivesse dito que era sua hora e viesse lhe buscar. Os lábios bem modelados. Seios bem fartos. E um sorriso que poderia matar qualquer homem. Até o cabelo era brilhoso e sedoso com cachos perfeitamente alinhados. A vontade que tinha era de beijá-la e não soltar nunca mais. Pobre zac, mal sabia que por traz de toda aquela mascara angelical habitava um verdadeiro demônio esperando a hora certa para se rebelar.
-seja bem vinda, senhorita – disse ele depois de voltar de seu transe – não precisa fazer entrevista, eu olhei seu currículo e você começa amanhã.
-nossa, obrigada – respondeu com um sorriso.
-desculpe ter feito você vim aqui só pra mim dizer isso – disse zac – então, que tal eu recompensá-la e levá-la para tomar um café?
Vanessa se sentiu vitoriosa. Como seria fácil. Extremamente fácil
-onde é o banheiro?
 - é no fim do corredor
Vanessa entrou, trancou a porta e pegou seu celular
-deu tudo certo, ele quer tomar café comigo
-recuse – disse a voz do outro lado da linha – se você for fácil demais, não vai conseguir o coração dele.
-entendido – disse por fim, desligando o aparelho e saindo do banheiro.
- então você vai?
- olha, eu acho melhor não, fica pra outra ocasião – sorrio –mas obrigada pelo emprego de verdade.

zac ficou a observando entrando no elevador, quando o olhava o achava completamente idiota, se não fosse o chefe deles é claro.

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MIL desculpas pelo capítulo estar uma merda quadrada e por eu escrever bem menos em comparação ao das outras pessoas, mas se continuar aqui, prometo que o próximo capítulo vai ser bem escrito :)

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

mil desculpas

bom, eu queria pedir desculpas pro não postar mais nesse blog, eu andei meio serm animo pra postar aqui, e não sei ao certo se vou ou não continuar, mas em fim, feliz natal, feliz ano novo, e se eu for postar, vocês vão saber.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Capítulo 1

Obrigada de coração a todas que divulgaram e que comentaram. Fiquei com medo de ninguém gostar da historia e desculpem só ta postando agora, eu tava viajando e é no fim do mundo onde internet e TV acabo são sonhos distantes hehe.

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 Vanessa ficou encarando o papel em branco por algum tempo enquanto dava uma tragada no sexto cigarro daquela manhã. Era um vício. Um vício sem cura. Naquele momento ficou pensando na quantidade de vícios que tinha, realmente era um numero estrondoso. Na verdade tudo o que gostava de fazer virava um vício, e na maioria das vezes eram vícios que não lhe faziam nada bem. Foda-se. Era o que ela sempre dizia.
 Pegou a caneta e começou a escrever.
“querido,
                    esse talvez seja o único vício que pode me dar algum fruto positivo. Escrever para você faz me sentir uma pessoa boa, escrever para você me faz pelo menos 10 minutos da minha vida esquecer esse inferno onde eu me encontro. Ontem mais uma vitima morreu em minhas mãos. Ele era um juiz, ou promotor. Não sei muito bem. Na verdade, nunca sei nada sobre eles. O engraçado é que eu gosto. Gosto de vê-los suplicarem pela vida. Gosto de ver o medo evidente em suas fases. Gosto de vê-los tremendo de espanto. E o que eu mais gosto é ver os olhos deles após eu apertar o gatilho, um olhar que junta todas as emoções em uma só. Talvez eu seja meio psicopata. Foda-se. Só mais um de muitos outros defeitos. Já estou afundada em todos eles.
                                                                                                                          com amor Vanessa”

 Pegou o papel e o guardou na caixa vermelha onde guardava todos os outros que escreveu já que seria impossível entregá-los.  Foi quando o telefone tocou. Por um longo tempo. Até cair na caixa postal.
-Vanessa, preciso que você de um jeito em um cara que esta me trazendo grandes problemas. A casa dele é a primeira de Gutenberg. Conto com você.
Vanessa sorriu. Realmente gostava de seu trabalho. Era a única coisa que lhe trazia prazer.
- tenha compaixão – pediu o homem, que já estava amarado em uma cadeira
- compaixão - Vanessa deu um sorriso – essa é uma das muitas coisas que eu não tenho há muito tempo.
-eu te pago, o dobro, o triplo do valor, eu lhe dou esta casa. Posso te dar o que você quiser.
-acontece, meu senhor, que não encaro isso como um trabalho e sim como um hobbie
- você é uma vadia – gritou – um monstro sem coração, sem vida, sem...
uma dor muito forte e impossível de se descrever corroeu em sua alma. Mas depois tudo acabou. A dor de repente não existia mais. Nada naquele corpo existia.
 Vanessa tinha inveja dele. Diferente da dor que ele sentiu a dela era permanente. Impossível de se apagar. Ela pegou uma faca e arrancou o dedão do pé do homem já idoso. E partiu sem deixar nenhum vestígio. Aquilo realmente era fácil, muito fácil. Pensou em sua mãe. O quanto ela ficaria decepcionada se visse o emprego de sua filha. Da doce e inocente Vanessa de três anos atrás. Quando tudo era perfeito. Quando sua vida era perfeita. Engraçado como uma pessoa pode ter tudo e de uma hora para a outra tudo isso acabar.

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muito obrigada a todas que leram e por favor digam o que acharam, a opinião de vocês é realmente muito importante pra mim :)
beijos s2

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Oi + Sinopse

então eu achei muito legal essa hisotira de escrever webs de zanessa então eu tive uma ideia louca bem diferente das demais eu acho e resolvi criar uma. espeor que gostem, hihi.

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Sinopse

Louca. Manipuladora. Sem coração. Assassina. Tantos adjetivos para um único significado. eu."
Vanessa Anee Hudgens mora  na luxuosa cidade de Manhattan onde vive o seu próprio inferno. o inferno que ela causou na vida de muitas pessoas. um inferno impossível de se sair. hoje ela vive em função de tirar a vida de outras pessoas. mas tudo muda quando um jovem e atraente milionário cruza seu caminho.